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Objetivo: Um aumento na prevalência de transtornos físicos e mentais, como a depressão na velhice, juntamente com fatores ambientais, pode causar deterioração na qualidade de vida. O presente estudo foi realizado para investigar os efeitos do estado geral de saúde e características pessoais na qualidade de vida de pacientes idosos, e avaliar a relação entre o nível de sintomas depressivos, intensidade da dor e qualidade de vida. Materiais e Métodos: Cento e vinte indivíduos com 65 anos ou mais foram incluídos no estudo. Todos os sujeitos foram avaliados utilizando um formulário de questionário, incluindo itens sobre informações demográficas e clínicas (diagnóstico médico de doenças crônicas, como diabetes mellitus, hipertensão, doenças cardiovasculares e hiperlipidemia). A intensidade da dor foi avaliada por uma escala analógica visual (EAV), a qualidade de vida foi avaliada pelo Short Form-36 (SF-36), e o nível de sintomas depressivos foi avaliado pela Escala de Depressão Geriátrica (EDG). Resultados: A idade média dos sujeitos foi de 71,53±4,69 anos; 88,3% (n=106) eram mulheres e 11,7% (n=14) eram homens. Doenças crônicas estavam presentes em 80,8% dos sujeitos (n=97) e a hipertensão foi a doença mais prevalente (49,7%). Houve uma correlação negativa significativa entre a qualidade de vida e a intensidade da dor e nível de depressão. Quando avaliados de acordo com o estado educacional, diferenças significativas foram encontradas entre os grupos em alguns parâmetros de qualidade de vida (funcionamento físico, funcionamento social, saúde mental e dor corporal) e a EDG (p
Akyol et al. (Fri,) studied this question.
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