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A pesquisa sobre a aprendizagem dos alunos tem se baseado em duas fontes teóricas principais: processamento de informações (PI) e trabalho contextualizado nas abordagens dos alunos sobre a aprendizagem (AAL). A fertilização cruzada tem sido valiosa, mas levou a ambiguidades e mal-entendidos, evidentes na literatura recente, sobre construtos, metodologia, e de particular preocupação aqui, o desenvolvimento e interpretação de inventários de processos de aprendizagem/estudo. A questão básica gira em torno de uma concepção da aprendizagem do aluno como ocorrendo dentro-do-aluno, como os modelos de PI parecem assumir, ou dentro-do-contexto-ensino/aprendizagem, como a tradição da AAL enfatiza. Sugere-se que a aprendizagem dos alunos é melhor entendida dentro de um contexto de ensino/aprendizagem que funcione como um 'sistema aberto', um modelo que traz alguma clareza para o uso e interpretação de inventários de processos de estudo, e que localiza seu valor em fornecer dados funcionalmente úteis para pesquisadores, professores e desenvolvedores de pessoal.
John Biggs (Mon,) estudou esta questão.