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Uma amostra de 85 crianças, com idades de 3 a 12 anos, que foram abusadas sexualmente nos últimos 24 meses, foram avaliadas com o Child Behavior Checklist (CBCL, Achenbach & Edelbrock, 1983). Dados relacionados à natureza do abuso também foram coletados. Esta amostra apresentou claramente um comportamento mais desviante conforme medido pelo CBCL. O comportamento internalizante estava relacionado à frequência do abuso, ao sexo da criança, à relação do agressor com a criança e à gravidade do abuso. O comportamento externalizante estava relacionado à duração, à relação do agressor, ao tempo decorrido e ao sexo da criança. O comportamento sexual nesta amostra estava relacionado à frequência do abuso e ao número de agressores.
Friedrich et al. (Quarta-feira,) estudaram esta questão.