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O tumor de Wilms é o tumor renal mais comum na infância, afetando um em cada 10.000 crianças. Também é um dos sucessos da oncologia pediátrica, com sobrevida a longo prazo acima de 90% para doença localizada e 75% para doença metastática. O manejo bem-sucedido do tumor de Wilms exige atenção meticulosa ao estadiamento correto do tumor e um esforço colaborativo entre oncologistas pediátricos, cirurgiões especialistas, radiologistas, patologistas e oncologistas de radiação. Embora os protocolos de tratamento atuais sejam baseados na atribuição de risco para minimizar a toxicidade em pacientes de baixo risco e melhorar os resultados para aqueles com doença de alto risco, permanecem desafios na identificação de novos fatores de risco moleculares, histológicos e clínicos para a estratificação da intensidade do tratamento. O conhecimento sobre a biologia e o tratamento do tumor de Wilms está evoluindo rapidamente e permanece um paradigma para o tratamento de malignidades multimodais. Os esforços futuros se concentrarão no uso de biomarcadores para melhorar a estratificação de risco e na introdução de terapias mais novas e direcionadas molecularmente que minimizarão a toxicidade e melhorarão os resultados para pacientes com histologia desfavorável e doença recorrente. O objetivo deste artigo é resumir os avanços em nossa compreensão da biologia do tumor de Wilms e descrever as abordagens atuais para o manejo clínico dos pacientes.
Szychot et al. (qua,) estudaram essa questão.