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Revisamos as RM de 49 voluntários assintomáticos (faixa etária, 31 a 77 anos) e de 50 pacientes com EM (faixa etária, 14 a 63 anos) em busca de áreas de sinal aumentado (ASA) e características que discriminassem lesões de EM de lesões vistas com o envelhecimento normal. Obtivemos a especificidade ótima da interpretação de RM (100%) se exigíssemos pelo menos duas das três características de ASA a seguir — tamanho ≥6 mm, tocando corpos ventriculares, localização infratentorial — para um diagnóstico positivo de RM de EM. A aplicação desses critérios nas RM de pacientes idosos com suspeita de EM deve melhorar significativamente a especificidade (p < 0,001) em relação aos critérios quantitativos atuais (pelo menos três ASA≥3 mm) sem diminuir significativamente a sensibilidade.
Fazekas et al. (Thu,) estudaram essa questão.