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A proteína de fusão TEL/PDGF beta R é o produto da translocação t(5;12) em pacientes com leucemia mielomonocítica crônica. A fusão TEL/PDGF beta R é uma fusão incomum de um possível fator de transcrição, TEL, com uma quinase de receptor de tirosina. A translocação funde o terminus amino de TEL, que contém o domínio helix-loop-helix (HLH), ao domínio transmembranar e citoplasmático do PDGF beta R. Hipotetizamos que a autoassociação de TEL/PDGF beta R, mediada pelo domínio HLH de TEL, levaria à ativação constitutiva do domínio de quinase de tirosina do PDGF beta R e à transformação celular. A análise da TEL/PDGF beta R traduzida in vitro confirmou que a proteína se autoassociou e que a auto-associação foi abolida pela deleção de 51 aa dentro do domínio HLH de TEL. In vivo, a TEL/PDGF beta R foi detectada como uma proteína de 100 kDa que estava fosforilada constitutivamente na tirosina e transformou a linha celular hematopoiética murina Ba/F3 para independência do fator de crescimento interleucina 3. A transformação das células Ba/F3 exigiu o domínio HLH de TEL e a atividade quinase da porção do PDGF beta R da proteína de fusão. A imunoblotagem demonstrou que TEL/PDGF beta R associou-se a múltiplas moléculas de sinalização conhecidas por se associar ao PDGF beta R ativado, incluindo fosfolipase C gama 1, SHP2 e fosfoinositato-3-quinase. TEL/PDGF beta R é uma nova proteína transformadora que se autoassocia e ativa vias de sinalização dependentes do PDGF beta R. A oligomerização de TEL/PDGF beta R que depende do domínio HLH de TEL fornece mais evidências de que o domínio HLH, altamente conservado entre membros da família ETS, é um motivo de autoassociação.
Carroll et al. (Ter,) estudou esta questão.
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