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RESUMO Potenciais Evocados (ERPs) foram registrados de quatro grupos de crianças: com dificuldades de leitura, transtorno de déficit de atenção com e sem hiperatividade, e controles normais. Os sujeitos pressionaram um botão para uma sílaba sem sentido de baixa probabilidade (alvo, p = .168) e ignoraram todos os outros eventos, que incluíam uma sílaba sem sentido de alta probabilidade (não alvo, p = .664) e símbolos de baixa probabilidade (categoria, p = .168) (Bloco 1) ou palavras de 3 letras (Bloco 2). As amplitudes de vários componentes tardios de ERP e a latência do componente P3 foram examinadas. A amplitude geral do P3 foi significativamente menor em todos os grupos clínicos do que nos controles, mas a diferença na amplitude do P3 entre alvos e não alvos foi menor apenas nos dois grupos de déficit de atenção. Crianças com dificuldades de leitura apresentaram componentes P3 e Pc menores para palavras do que para símbolos, enquanto os controles apresentaram valores equivalentes. O componente N2 teve uma distribuição de escalpe diferente para palavras e símbolos, mas não diferenciou crianças com dificuldades de leitura dos controles. A latência do P3 foi significativamente maior nos três grupos clínicos do que nos controles, mas apenas os grupos de déficit de atenção mostraram um aumento na latência do P3 através dos blocos da tarefa. Os resultados são discutidos dentro da estrutura de modelos cognitivos recentes que lidam com processos atencionais.
Holcomb et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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