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A computação em nuvem está entre as tendências mais quentes em TIC, visando fornecer recursos de computação e armazenamento sob demanda com garantias sobre a qualidade do serviço. Um limite das implementações atuais de nuvem é a ausência de mecanismos para gerenciar efetivamente as entradas do mundo físico. Nossa ideia é avançar em direção a uma nuvem permeável, fornecendo instalações e soluções capazes de interagir com o ambiente ao redor, possibilitando o desenvolvimento de novos serviços e serviços de valor agregado. Nesta visão, dispositivos móveis, como PDAs, geralmente equipados com vários sensores e atuadores, devem ser incluídos no quadro geral. Dispositivos móveis e seus respectivos proprietários podem decidir se, como e quando contribuir para a nuvem, introduzindo assim mais incógnitas. Para lidar com todas essas questões, neste artigo propomos uma solução que dá origem ao paradigma de Sensoriamento e Atuação como Serviço (SAaaS), um passo em direção à criação de uma nuvem de sensores e atuadores. Este artigo se concentra principalmente na implementação da infraestrutura subjacente que serve de base para o SAaaS. Uma arquitetura ad-hoc e alguns antecedentes preliminares sobre essa visão desafiadora são fornecidos e discutidos.
Distefano et al. (Wed,) estudaram essa questão.