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Mostramos que a evolução da densidade numérica de aglomerados ricos de galáxias quebra a degenerescência entre Ω (a razão da densidade de massa do universo) e σ8 (a normalização do espectro de potência), σ8 Ω 0.5 ≃ 0.5, que segue da abundância observada de aglomerados ricos nos dias atuais. A evolução de aglomerados de alta massa (semelhantes ao Coma) é forte em modelos de Ω = 1, de baixo σ8 (como o modelo padrão de CDM tendencioso com σ8 ≃ 0.5), onde a densidade numérica de aglomerados diminui por um fator de ∼ 10³ de z = 0 a z ≃ 0.5; os mesmos aglomerados mostram apenas uma leve evolução em modelos de baixo Ω, alto σ8, onde a diminuição é um fator de ∼ 10. Este diagnóstico fornece uma restrição poderosa sobre Ω. Usando observações de aglomerados até z ≃ 0.5 − 1, encontramos apenas uma leve evolução na abundância observada de aglomerados. Encontramos Ω = 0.3 ± 0.1 e σ8 = 0.85 ± 0.15 (para modelos Λ = 0; para modelos Ω + Λ = 1, Ω = 0.34 ± 0.13). Esses resultados implicam, se confirmados por pesquisas futuras, que vivemos em um universo de baixa densidade e baixo viés.
Bahcall et al. (Wed,) estudaram esta questão.
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