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Contexto O manejo da dor na medicina de emergência é um aspecto crítico do cuidado oferecido aos pacientes e existem diferenças significativas nos protocolos adaptados para as populações pediátrica e adulta. Objetivo do estudo Esta revisão narrativa teve como objetivo comparar e avaliar as estratégias de manejo da dor em cuidados de emergência pediátricos versus adultos, considerando as diferenças fisiológicas e as abordagens clínicas. A revisão sintetizou evidências de estudos realizados em ambientes de serviços de emergência ao redor do mundo para fornecer insights amplamente aplicáveis. Materiais e Métodos Esta revisão de literatura incluiu muitos estudos publicados até dezembro de 2025. As bases de dados utilizadas incluem Google Scholar, PubMed e BMC Library usando as seguintes palavras-chave “Manejo da Dor, Ferramentas de Avaliação da Dor, Analgesia Multimodal, Caminhos da Dor, Medicina de Emergência”. Resultados Houve um claro ponto de divergência entre pacientes pediátricos e adultos no que diz respeito ao tratamento da dor no serviço de emergência. Pacientes pediátricos dependem de escalas independentes da idade para avaliação, métodos de administração de medicamentos ajustados pelo peso, uso equilibrado de opioides e uma abordagem farmacológica e não farmacológica liberal em relação à terapia de distração, analgésicos tópicos e analgesia regional. O tratamento de adultos envolve escalas padronizadas para avaliação e uma abordagem farmacológica liberal para analgésicos, opioides, analgésicos adjuntos e analgésicos multimodais. Conclusão Os resultados do manejo da dor vão além do conforto imediato e impactam o bem-estar psicológico, a qualidade de vida e até mesmo a trajetória de recuperação, apoiando assim um cuidado abrangente e centrado no paciente.
Abdullah et al. (Terç,) estudaram essa questão.