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Contexto e Objetivo— Alguns argumentaram que pode ser benéfico expandir a disponibilidade de serviços de revascularização endovascular para hospitais de baixo volume, a fim de minimizar a morbidade associada à transferência para centros endovasculares maiores. Comparámos os resultados após a revascularização de pacientes admitidos diretamente em um centro de baixo volume e aqueles transferidos para um centro de alto volume. Métodos— Pesquisamos uma base de dados nacional de resultados hospitalares para pacientes que foram submetidos à revascularização endovascular para acidente vascular cerebral isquêmico agudo. Os hospitais foram categorizados como hospitais de baixo, médio ou alto volume de procedimentos. Os resultados das internações hospitalares foram coletados e comparados com base na fonte de admissão e no volume de procedimentos do hospital. Resultados— Um total de 118 instituições com 8533 pacientes foram incluídas. A taxa de mortalidade (14,9% versus 18,6%; P =0,049) e o índice de mortalidade (1,1 versus 1,6; P =0,048) foram significativamente menores entre os pacientes admitidos diretamente em relação aos transferidos. Para todos os pacientes, houve diferenças significativas na taxa de mortalidade institucional (baixo: 19,7%, médio: 14,9%, alto: 9,8%; P =0,003) e no índice de mortalidade (baixo: 1,5, médio: 1,1, alto: 0,8; P =0,004) entre hospitais de baixo, médio e alto volume. Para pacientes transferidos para centros de alto volume, tanto a taxa de mortalidade (alto: 10,0% versus baixo: 20,4%; P =0,005) quanto o índice de mortalidade (alto: 0,8 versus baixo: 1,5; P =0,034) foram significativamente menores do que os observados para pacientes admitidos diretamente em hospitais de baixo volume. Conclusões— Relatamos um efeito benéfico do tratamento em hospitais de alto volume, apesar dos efeitos prejudiciais da transferência. Esses achados defendem a centralização do atendimento.
Rinaldo et al. (Fri,) estudaram essa questão.
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