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À luz da recente eleição nos EUA, muitos temem que as "notícias falsas" se tornaram uma força de enorme alcance e influência dentro do ambiente da mídia. Baseamo-nos em teorias bem estabelecidas sobre o comportamento do público para argumentar que o público de notícias falsas online, como a maioria do conteúdo de nicho, seria um pequeno subconjunto do total de espectadores de notícias, especialmente aqueles com alta disponibilidade. Ao examinar dados de visitação online em plataformas móveis e de desktop nos meses que antecederam e se seguiram à eleição presidencial de 2016, de fato encontramos que o público de notícias falsas é composto por um pequeno e desleal grupo de usuários pesados da Internet. Descobrimos também que os sites de redes sociais desempenham um papel desproporcional na geração de tráfego para notícias falsas. Com essa compreensão revisada, revisitamos as implicações democráticas da crise das notícias falsas.
Nelson et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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