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Uma avaliação sociológica das atitudes e comportamentos dos soldados combatentes americanos ao longo da guerra no Vietnã sugere que as interpretações de comportamento de combate dos grupos primários devem ser modificadas, que os grupos de combate eram caracterizados por relações instrumentais e afetadas por fatores ideológicos latentes, e que o ciclo de rotação de 12 meses era a característica dominadora da experiência de combate no Vietnã. A desmoralização das tropas foi acentuada por diversas fontes de conflito, como: posto, geração, uso de drogas e tensões raciais. A análise conclui com uma discussão sobre represálias das tropas (“fraggings”) contra superiores e as paradoxa do movimento anti-guerra dentro do exército.
Charles C. Moskos (Quarta-feira,) estudou esta questão.