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ANTECEDENTES: Os riscos à saúde específicos para trabalhadoras não foram adequadamente documentados. Este estudo avaliou os fatores ambientais militares associados à violência sexual ocorrendo durante o serviço militar, enquanto controlava experiências de trauma pré-militar. MÉTODOS: Um levantamento nacional transversal de 558 veteranas que serviram no Vietnã ou em eras subsequentes foi obtido por meio de entrevistas telefônicas estruturadas. RESULTADOS: A violência sexual foi relatada por 30% (n = 151) das participantes, com taxas consistentes encontradas entre as eras corrigidas. Fatores ambientais militares estavam associados a uma maior probabilidade de violência sexual, incluindo: assédio sexual permitido por oficiais (P < 0,0001), avanços sexuais indesejados durante o serviço (P < 0,0001) e nos dormitórios (P < 0,0001). CONCLUSÃO: A violência contra mulheres militares possui fatores de risco identificáveis. Ambientes de trabalho e de vida onde comportamentos sexuais indesejados ocorreram estavam associados a maiores chances de violação. A liderança dos oficiais desempenhou um papel importante no ambiente militar e na segurança das mulheres. O abuso de álcool e/ou drogas por parte do agressor no momento da agressão foi notável. Intervenções e políticas baseadas em fatores de risco ambientais modificáveis são necessárias para aumentar a proteção das mulheres no local de trabalho.
Sadler et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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