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As atitudes inclusivas de 181 educadores gerais de graduação em formação foram medidas utilizando versões modificadas da escala Opiniões Relativas à Integração de Alunos com Deficiências. Uma série de 4 ANOVA indicou que (a) os professores em formação eram mais positivos em relação à inclusão de alunos com dificuldades de aprendizagem do que em relação aos alunos com transtornos comportamentais, deficiência mental e múltiplas deficiências, e (b) os professores em formação de diferentes anos de curso não apresentaram atitudes significativamente diferentes em relação à inclusão. Além disso, quatro temas emergiram dos comentários de 136 participantes sobre suas forças e fraquezas relacionadas ao ensino inclusivo. As forças mais mencionadas estavam na área de Características Pessoais, Disposições e Talentos. As fraquezas mais frequentemente observadas estavam relacionadas à Experiência de Ensino, Formação de Professores e Conhecimento e Habilidades Instrucionais. Uma análise qui-quadrado indicou que forças e fraquezas não diferiram conforme o ano do curso, exceto pelos estudantes do último ano que tenderam a expressar mais forças relacionadas a Experiências Não Relacionadas ao Ensino ou à Formação de Professores do que o esperado ao acaso. As implicações desses resultados e modelos de infusão de formação de professores para políticas de inclusão são discutidas.
Bryan G. Cook (Mon,) estudou esta questão.
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