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OBJETIVOS: Este estudo examinou os efeitos da pressão psicossocial ocupacional na excreção de hormônios de estresse neuroendócrinos (adrenalina, noradrenalina e cortisol) em dias de trabalho e folgas. MÉTODOS: Profissionais de saúde japonesas (N=16) preencheram o questionário de conteúdo do trabalho de Karasek e tiveram suas excreções neuroendócrinas (ou seja, catecolaminas urinárias e cortisol salivar) medidas em um dia de folga e em dois dias de trabalho (um turno diurno e um turno noturno). Após controle para idade e experiência profissional como covariáveis, foi realizada uma análise de variância de medidas repetidas. RESULTADOS: A excreção de noradrenalina foi significativamente maior ao longo do tempo no grupo de alta pressão do que no grupo de baixa pressão, e a do grupo de alta demanda foi significativamente maior ao longo do tempo do que a do grupo de baixa demanda. A excreção de adrenalina não diferiu significativamente entre os grupos. O grupo com alto suporte supervisionado teve excreção de adrenalina significativamente mais alta do que o grupo com baixo suporte supervisionado. A concentração de cortisol salivar em um turno diurno foi significativamente menor, mas marginalmente, no grupo de alta pressão do que no grupo de baixa pressão. CONCLUSÕES: A pressão psicossocial ocupacional está associada a uma maior excreção de noradrenalina ao longo do tempo. Esta descoberta sugere uma diminuição da atividade do sistema nervoso simpático. Os baixos níveis de cortisol do grupo de alta pressão podem indicar perturbação do ritmo circadiano induzida pela pressão ocupacional. As relações de supervisão podem ter uma influência particular para a ocupação estudada, pois os participantes tinham mais contato administrativo com supervisores do que suporte no local de trabalho; portanto, o suporte supervisório pode aumentar a excreção de adrenalina.
Fujiwara et al. (Qui,) estudaram essa questão.