ANTECEDENTES: Em 1998, um novo processo de seleção que utilizava um teste de aptidão e uma entrevista, além do desempenho acadêmico anterior, foi introduzido em um curso de medicina de graduação na Austrália. OBJETIVOS: Testar os resultados dos critérios de seleção ao longo de um período de 11 anos. MÉTODOS: 1174 estudantes que ingressaram no curso a partir do ensino médio e que se matricularam no MBBS de 1999 a 2009 foram estudados em relação a outcomes específicos do curso. Análises de regressão utilizando as notas de entrada, sexo e idade como variáveis independentes foram testadas por seu valor relativo em prever o desempenho acadêmico subsequente no curso de 6 anos. As principais medidas de resultado foram avaliadas pela média ponderada das notas para cada nível acadêmico; junto com os resultados em unidades específicas, definidas como baseadas em 'conhecimento' ou 'clínicas'. RESULTADOS: O desempenho acadêmico anterior e o sexo feminino foram os principais preditores positivos independentes de desempenho no curso. A nota da entrevista mostrou um poder preditivo positivo durante os últimos anos do curso e em uma variedade de unidades clínicas. Essa relação foi mediada predominantemente pela nota de habilidades de comunicação. CONCLUSÕES: Os resultados apoiam a combinação do desempenho acadêmico anterior com a avaliação das habilidades de comunicação em uma entrevista estruturada como critérios de seleção para este curso de medicina de graduação.
Mercer et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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