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O drástico aumento das taxas de morbidade e mortalidade nos países da Europa Central e Oriental em transformação, caracterizando as últimas décadas, oferece uma oportunidade única para analisar a relação entre os processos sociais, psicológicos e biológicos que contribuem para modificações rápidas na saúde. Em 1988 e 1995, foram conduzidas duas pesquisas nacionais representativas da população húngara com idade de 16 anos ou mais (N = 20.902 e 12.640, respectivamente). Os resultados mostram que a gravidade dos sintomas depressivos media entre a privação socioeconômica relativa e as taxas mais altas de morbidade autoavaliada. O agravamento de fatores de risco tradicionais, como o consumo de álcool e o tabagismo, também são consequências de problemas sociais e psicológicos. Um círculo vicioso pode ser hipotetizado entre a privação social e a sintomatologia depressiva, que contribui substancialmente para taxas mais altas de morbidade e mortalidade.
Kopp et al. (qui,) estudaram essa questão.
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