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Apresentamos uma teoria que aborda a questão de por que as autocracias com uma legitimação de regime que atrelam o destino dos membros da elite governante, a saber, a nobreza ou elite ideocrática, à sobrevivência da autocracia, a saber, monarquias (governantes) e ideocracias comunistas, são mais duráveis do que outros tipos de autocracias. Usando análise de regressão logística e análise de história de eventos em um conjunto de dados sobre regimes autocráticos no período de 1946 a 2009, conseguimos mostrar que monarquias governantes e ideocracias comunistas são de fato os tipos de regime autocrático mais duráveis.
Kailitz et al. (qui,) estudaram esta questão.