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Neste ensaio, Susan Engel argumenta que a curiosidade é intrínseca ao desenvolvimento das crianças e se desenrola por meio de interações sociais. Portanto, deve ser cultivada nas escolas, embora esteja frequentemente quase completamente ausente das salas de aula. Baseando-se em pesquisas bem estabelecidas e estudos mais recentes, Engel afirma que as interações entre professores e alunos podem fomentar ou inibir a curiosidade das crianças. Ela oferece uma explicação para o porquê da curiosidade não ser uma prioridade em nosso sistema educacional e pede maior atenção aos interesses e explorações das crianças, que, segundo ela, são os mecanismos que sustentam a aprendizagem autêntica.
Susan Engel (qui,) estudou essa questão.