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Com cerca de 25 anos de experiência na indústria de Ensino Superior Indígena Australiana, tanto nacional quanto internacionalmente, continuo a me sentir desanimado com as atitudes coloniais de alguns acadêmicos, supervisores de graus de pesquisa e suas instituições. No extremo oposto, também sou constantemente revigorado pelas conquistas e processos de pensamento elevados de outros acadêmicos indígenas culturalmente perspicazes que buscam excelência dentro de um conceito de metodologia indígena, epistemologia, pedagogia e ontologias. A indigenidade, em geral, tem sido uma indústria de extração, exotismo ou plágio pela academia, pois alguns atores coloniais se beneficiam do conhecimento indígena. Até mesmo a criação do 'Sonho Aborígine', tão amplamente aceita na modernidade tanto por povos aborígines quanto não aborígines, é, em sua essência, uma construção colonial. Foi inventado por volta de 1896 por Baldwin Spencer e Francis Gillen, o então chefe da estação telegráfica de Alice Springs. Metodologia indígena, é inventada ou legítima? Este artigo é um resumo da interpretação acadêmica e das experiências do autor.
Dennis Foley (Sáb,) estudou esta questão.
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