Key points are not available for this paper at this time.
Apesar dos imensos avanços tecnológicos, os aprendizes ainda preferem estudar textos a partir de cópias impressas em vez de telas de computador. Diferenças subjetivas e objetivas entre a aprendizagem na tela e no papel foram examinadas em termos de um conjunto de componentes cognitivos e metacognitivos, compreendendo um Perfil de Regulação da Aprendizagem Metacognitiva (MLRP) para cada meio de estudo. Os participantes estudaram textos expositivos de 1000-1200 palavras em um dos dois meios e, para cada texto, forneceram julgamentos metacognitivos de previsão de desempenho em relação a um subsequente teste de múltipla escolha. Com tempo de estudo fixo (Experimento 1), o desempenho no teste não diferiu entre os dois meios, mas quando o tempo de estudo foi autorregulado (Experimento 2), um desempenho pior foi observado na tela do que no papel. Os resultados sugerem que as principais diferenças entre os dois meios de estudo não são cognitivas, mas sim metacognitivas — previsão de desempenho menos precisa e regulação do tempo de estudo mais errática na tela do que no papel. De maneira mais geral, este estudo destaca a contribuição dos processos regulatórios metacognitivos para a aprendizagem e demonstra o potencial da metodologia MLRP para revelar a origem das diferenças subjetivas e objetivas no desempenho de estudo entre as condições de estudo.
Ackerman et al. (Ter,) estudaram essa questão.