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Este artigo foca os efeitos da dinâmica interna do grupo na eficácia de equipes de trabalho intensas, neste caso, quartetos de cordas profissionais na Grã-Bretanha. Em particular, estudamos os efeitos das estratégias de um grupo para lidar com quatro paradoxos importantes: Liderança versus democracia, o paradoxo do segundo violinista, os meios para resolução de conflitos e similaridade versus diversidade. Dados qualitativos e quantitativos diferenciaram claramente os quartetos mais e menos bem-sucedidos.
Murnighan et al. (Sat,) estudaram essa questão.
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