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Os observadores são mais rápidos em encontrar e discriminar um par alvo de objetos adjacentes, de mesma forma, que estão dentro do mesmo grupo perceptual (dentro do grupo) em comparação com grupos perceptuais adjacentes. Manipular a probabilidade de um par dentro do grupo modulou esse efeito de agrupamento de forma que aumentou conforme a porcentagem de tentativas dentro do grupo (25%, 50% ou 75%) aumentou. Esse efeito de probabilidade foi mais forte para fatores de agrupamento extrínsecos (região comum e conectividade) do que para fatores intrínsecos (proximidade e similaridade de cor). No entanto, experimentos adicionais sugeriram que essa diferença extrínseca-intrínseca se deveu a diferenças na velocidade geral com que o par alvo foi encontrado. Os resultados são interpretados como indicando que a agrupação é sensível a influências de cima para baixo, desde que haja tempo suficiente para o feedback operar.
Beck et al. (Ter,) estudaram essa questão.