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OBJETIVO: Desenvolver um estudo nacional online a ser administrado pela Fundação de Tecnologia em Saúde do Colégio Americano de Engenheiros Clínicos para hospitais e trabalhadores de saúde para determinar os problemas associados aos alarmes em hospitais. MÉTODOS: Um questionário online foi elaborado por um grupo de trabalho de 16 membros representando profissionais de engenharia clínica, enfermagem e tecnologia para avaliar as razões pelas quais os trabalhadores da saúde não respondem aos alarmes clínicos. RESULTADOS: Um total de 1327 pessoas respondeu ao questionário; a maioria (94%) trabalhava em hospitais de cuidados agudos. Cerca da metade dos respondentes eram enfermeiros registrados (51%) e um terço dos respondentes (31%) trabalhava em uma unidade de terapia intensiva. A maioria dos respondentes (>90%) concordou ou concordou plenamente com as afirmações que cobrem o propósito dos alarmes clínicos e a necessidade de alarmes audíveis e visuais priorizados e facilmente diferenciados. Da mesma forma, muitos respondentes identificaram alarmes incômodos como problemáticos; a maioria concordou ou concordou plenamente que os alarmes ocorrem com frequência (81%), interrompem o atendimento ao paciente (77%) e podem reduzir a confiança nos alarmes e fazer com que os cuidadores os desativem (78%). CONCLUSÕES: A gestão eficaz de alarmes clínicos depende de (1) designs de equipamentos que promovam o uso adequado, (2) clínicos que assumem um papel ativo em aprender a usar os equipamentos com segurança em toda a sua gama de capacidades, e (3) hospitais que reconhecem as complexidades de gerenciar alarmes clínicos e dedicam os recursos necessários para desenvolver esquemas de gestão eficazes.
Korniewicz et al. (Ter,) estudaram esta questão.