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A cada ano, os estudantes de pós-graduação que entram no mercado de trabalho acadêmico se preocupam com o fato de que sofrerão devido a riscos macroeconômicos incontroláveis. Dada a importância do capital humano geral e a relativa facilidade de observar publicamente a produtividade na academia, pode-se esperar que os resultados de longo prazo no mercado de trabalho para estudantes que se formam em climas desfavoráveis se assemelhem aos resultados de longo prazo para aqueles que se formam em climas favoráveis. Neste artigo, analiso a relação entre as condições macroeconômicas na formatura, a colocação inicial no trabalho e os resultados de longo prazo para economistas de doutorado de sete programas. Usando condições macroeconômicas como um instrumento para a colocação inicial, mostro que a qualidade e o tipo de trabalho inicial têm um efeito causal nas características do trabalho a longo prazo. Também demonstro que uma melhor colocação inicial aumenta a produtividade em pesquisa, o que ajuda a limitar o conjunto de modelos econômicos que podem explicar o efeito da colocação inicial nos empregos de longo prazo.
Paul Oyer (Mon,) estudou esta questão.