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Diversos experimentos psicofísicos que investigam o papel dos canais ajustados à frequência espacial na estereopsia são revisados e um modelo computacional de estereopsia derivado desses estudos é descrito. As características distintivas do modelo são: (1) ele identifica locais de borda em cada campo monocular ao procurar por cruzamentos de zero em perfis de convolução centro-periferia não orientados; (2) ele seleciona, entre todas as possíveis combinações binocular ponto a ponto de locais de borda, apenas aquelas que satisfazem uma regra de agrupamento figural (quasi-) colinear; (3) apresenta um conceito do canal orientado e ajustado à frequência espacial como um operador de agrupamento não linear. O sucesso do modelo é demonstrado tanto em um par estereoscópico de uma cena natural quanto em um estereograma de pontos aleatórios.
Frisby et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.
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