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Este artigo oferece uma estrutura conceitual que amplia e enriquece nossa compreensão do papel da ‘história’ na governança contemporânea e nas tentativas dos formuladores de políticas de ‘gerenciar’ questões críticas. Baseando-se na literatura sobre analogias históricas na formulação de políticas, distinguimos três dimensões que esclarecem como o passado pode emergir e afetar as deliberações atuais, escolhas e retórica dos formuladores de políticas. Aplicamos isso em um exame comparativo de dois casos de gestão de crises onde as analogias históricas desempenharam um papel importante: a resposta sueca a (supostas) intrusões de submarinos em 1982 e as sanções da União Europeia contra a Áustria em 1999. Induzimos a partir da comparação de casos novos conceitos e hipóteses para entender o papel das analogias históricas na formulação de políticas públicas e na gestão de crises.
Brändström et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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