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Uma pesquisa com quarenta famílias irlandesas cujos bebês sucumbiram à Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI) mostrou que a gravidez subsequente precoce era uma estratégia comum de enfrentamento durante o primeiro ano de luto. Em uma média de dois anos após a perda, a maioria desses pais sentiu que criar outro filho havia melhorado ou ajudado a retomar a qualidade de vida familiar. No entanto, a ansiedade experimentada por alguns pais pode se assemelhar à do ‘síndrome da criança vulnerável’, que é caracterizada por superproteção ou evitamento do apego por medo de outra perda iminente. Embora os dados não afirmem ter respostas completas para as questões teóricas levantadas neste artigo em relação às teorias de apego e luto, fornecem algumas informações empíricas interessantes sobre a ‘patologia da criança de reposição’, que podem ser úteis para assistentes sociais e outros profissionais de saúde envolvidos no cuidado pós-perda de famílias afetadas pela SMSI.
Maria Powell (Sat,) estudou essa questão.