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Dois experimentos (N total = 195) examinaram as inferências de terceiros sobre amizade e preferências compartilhadas a partir de informações dyádicas relatadas. Crianças de quatro anos (N = 48) inferiram amizade entre indivíduos com base em relatos de comportamento prosocial e similaridade, mas não com base em vínculos arbitrários. As crianças privilegiaram o comportamento prosocial em relação à similaridade quando perguntadas para adjudicar entre os dois. Adultos (N = 120) foram testados online e mostraram o mesmo padrão geral de inferências. Além disso, crianças de 4 anos (N = 27) esperavam que indivíduos que tinham se envolvido em comportamento prosocial fossem colegas de brincadeiras, bem como amigos, e compartilhassem preferências por jogos novos, mas não por alimentos novos. Esses achados lançam luz crucial sobre as inferências de amizade de terceiros entre pré-escolares e adicionam ao nosso conhecimento sobre seu conceito de amizade.
Narges Afshordi (Sáb,) estudou essa questão.
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