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OBJETIVO: Nosso estudo concentra-se em explorar (1) a intenção dos profissionais de saúde de usar e recomendar aplicativos de e-saúde mental, (2) como essa intenção dos profissionais de saúde pode ser influenciada, (3) qual grupo de profissionais de saúde pode ser mais acessível para promover aplicativos de e-saúde mental para a depressão maternal e (4) para quais tarefas eles os consideram mais úteis. MATERIAIS E MÉTODOS: Com base em um questionário informado pela teoria do comportamento planejado, coletamos 131 respostas de profissionais de saúde dos EUA, Espanha e Suíça na área de gravidez e cuidados maternos (incluindo psicólogos, psiquiatras, parteiras e médicos) por meio de uma pesquisa online. Analisamos os dados coletados aplicando um modelo de equações estruturais. RESULTADOS: Nosso estudo revela que, de maneira geral, os profissionais de saúde pretendem recomendar e usar aplicativos de e-saúde mental. No entanto, sua atitude em relação aos aplicativos de e-saúde mental varia em relação aos respectivos casos de uso e também difere entre profissões de saúde. CONCLUSÃO: Oferecemos três propostas alternativas para organizações privadas ou públicas, associações ou qualquer outra entidade cujo objetivo seja o serviço à comunidade para a introdução de aplicativos de e-saúde mental na prática.
Sprenger et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.
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