Este artigo examina a cobertura da mídia sobre questões trabalhistas no esporte a partir de uma perspectiva econômico-política, analisando a cobertura do New York Times sobre a paralisação da National Football League de 2011. Descobrimos que as questões trabalhistas no esporte são apresentadas de maneira consistente com as descobertas de estudiosos como Martin (2004), Schmidt (1993) e McChesney (2008). Em particular, a mídia cobre o trabalho de uma perspectiva baseada no consumidor, simplifica o conflito entre jogadores e proprietários como desavenças entre "milionários e bilionários" e se concentra mais em ofertas feitas pelos proprietários aos jogadores do que nas demandas dos proprietários. Outras descobertas esperadas, como a desvalorização midiática do trabalho do jogador e um foco geral nas finanças dos jogadores em vez das finanças dos proprietários, não foram evidentes.
Lewis et al. (Sun,) estudaram essa questão.