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OBJETIVO: O treinamento físico altera a abundância de proteínas no músculo de indivíduos saudáveis, mas o efeito do exercício nessas proteínas em pacientes com diabetes tipo 2 (DT2) é desconhecido. O objetivo deste estudo foi determinar como o treinamento físico altera o proteoma do músculo esquelético em pacientes com DT2. MÉTODOS: Biópsias do vastus lateralis foram obtidas antes e depois de 4 semanas de treinamento físico em seis pacientes com DT2 (54 ± 4 anos; índice de massa corporal (IMC), 29 ± 2) e seis sujeitos de controle pareados por idade e IMC (48 ± 2; IMC, 28 ± 3) estudados na linha de base. As proteínas foram identificadas e quantificadas usando fatores de abundância espectral normalizados por espectrometria de massa de alta resolução multidimensional. RESULTADOS: Das 1329 proteínas designadas na linha de base, 438 estavam presentes em pelo menos metade de todas as amostras musculares; dessas, 15 proteínas diferiram significativamente entre os pacientes com DT2 e os sujeitos de controle (P < 0,05). Nos pacientes diabéticos, o treinamento físico alterou a abundância de 17 proteínas (P < 0,05). As principais adaptações ao treinamento incluíram um aumento nas proteínas do transporte de malato-aspartato e do ciclo do ácido cítrico, redução da abundância de proteínas glicolíticas e alteração da abundância das proteínas do citoesqueleto. CONCLUSÃO: Os dados deste estudo apoiam a capacidade do treinamento físico de alterar a abundância de proteínas que regulam o metabolismo e a estrutura do citoesqueleto em pacientes com DT2. Essas descobertas abrem novas avenidas para pesquisas futuras.
Hussey et al. (Fri,) estudaram esta questão.
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