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Do ponto de vista de um escritor de cenários bem-sucedido da Royal Dutch Shell, existem várias técnicas artísticas que entram na elaboração e apresentação de cenários de negócios. A primeira é a arte de manter as coisas curtas. Para fazer isso na Shell, o autor produziu dois produtos diferentes com base em duas disciplinas mentais distintas: (1) pesquisa minuciosa que leva a histórias ricas e totalmente articuladas (o livro completo do cenário); e (2) a destilação dessas histórias em conceitos e imagens essenciais (um pequeno livro que foi amplamente lido e distribuído). Qualquer autor de cenários busca criar novos padrões de pensamento na mente dos gerentes. Portanto, modele o cenário como se fosse um palco criado por palavras. Os gerentes são os atores que o animarão por sua participação em cada mundo de cenário alternativo. Esse é, então, o objetivo do design para qualquer escrita de cenário: envolver os gerentes para que tomem parte na peça e a façam sua. O método do autor é estimular o desenvolvimento de cenários em suas mentes a ponto de eles não estarem apenas ouvindo uma história memorável, mas sim experimentando-a e imaginando alternativas.
Betty S. Flowers (Terça,) estudou essa questão.