Key points are not available for this paper at this time.
A doença de Alzheimer (DA) é a doença neurodegenerativa progressiva mais comum associada à idade avançada. É caracterizada pela declínio cognitivo e perda de memória e representa a maioria dos casos de demência em pessoas idosas. A DA pode ter causas genéticas, epigenéticas ou ambientais. Nenhum medicamento ou outro agente terapêutico previne ou retarda a progressão da DA. MicroARNs (miARNs) são RNAs curtos e não codificados que podem se ligar a cerca de 200 RNAs. Ao inibir ou destruir RNAs mensageiros específicos (mRNAs), eles controlam a expressão gênica e afetam amplamente as funções celulares. Os miARNs desempenham papéis importantes na regulação do crescimento neuronal, diferenciação neuronal, morfologia de espinhos dendríticos e flexibilidade sináptica no sistema nervoso. Os níveis de expressão dos miARNs são alterados em doenças neurológicas, incluindo a DA, sugerindo que eles desempenham um papel essencial na patogênese da doença. Portanto, direcionar miARNs desregulados pode ser uma abordagem terapêutica nova contra a DA e oferece múltiplas soluções, incluindo aproveitar os efeitos benéficos da beta-amiloide, reduzir a proteína tau, reduzir a morte celular neuronal e proteger sinapses na DA.
Shademan et al. (qui,) estudaram essa questão.