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Na década de 1960, a cesariana correspondia a aproximadamente 3% dos nascimentos em muitas nações do mundo ocidental. No entanto, em meados da década de 1980, essa taxa começou a aumentar e a preocupação não era apenas expressa pelo número crescente de bebês sendo entregues abdominalmente, mas também pela diferença de quatro vezes nas taxas nacionais, de 5% dos nascimentos na Tchecoslováquia a 18% dos nascimentos nos Estados Unidos. Essa diferença, argumentou-se, não poderia ser explicada nem pela variabilidade nas características das mulheres vivendo nestes vários países, nem em seus fetos. O aumento do uso de cesariana naquela época foi atribuído a uma redução do limiar em que a operação estava sendo usada para manejar a distócia (progresso atrasado no trabalho de parto), apresentação de pés, sofrimento fetal e o parto de bebês pequenos ou prematuros. A grande diferença entre as taxas de cesariana na América do Norte e em alguns países europeus foi considerada resultado de diferenças na gestão da distócia e de mulheres que haviam tido cesarianas anteriores.
Jane Weaver (2004) estudou esta questão.