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Os mecanismos moleculares pelos quais as células-tronco mesenquimatosas (CTMs) suprimem a proliferação de células T são pouco compreendidos, e se um fator solúvel desempenha um papel importante continua sendo controverso. Aqui demonstramos que o complexo do receptor da célula T não é um alvo para a supressão, sugerindo que sinais a jusante mediariam a supressão. Descobrimos que a fosforilação de Stat5 em células T é suprimida na presença de CTMs e que o óxido nítrico (NO) está envolvido na supressão da fosforilação de Stat5 e da proliferação de células T. A indução da sintase de óxido nítrico inducível (NOS) foi prontamente detectada nas CTMs, mas não nas células T, e um inibidor específico de NOS reverteu a supressão da fosforilação de Stat5 e da proliferação de células T. Esta produção de NO na presença de CTMs foi mediada por células T CD4 ou CD8, mas não por células B CD19. Além disso, inibidores da sintase de prostaglandina ou de NOS restauraram a proliferação de células T, enquanto um inibidor da indoleamina 2,3-dioxigenase e um anticorpo neutralizante do fator de crescimento transformador-beta não tiveram efeito. Finalmente, as CTMs de camundongos NOS-/--induzíveis tinham uma capacidade reduzida de suprimir a proliferação de células T. Juntas, esses resultados sugerem que o NO produzido pelas CTMs é um dos principais mediadores da supressão de células T pelas CTMs.
Sato et al. (Ter,) estudaram essa questão.