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OBJETIVO: Fornecer uma ferramenta quantitativa prática para avaliar a qualidade dos estudos de custo-efetividade (CE). MÉTODOS: Um comitê composto por economistas da saúde corrigidos selecionou um conjunto de critérios para o instrumento a partir de um conjunto de itens. Dados coletados com uma pesquisa de análise conjunta com 120 economistas da saúde internacionais foram usados para estimar os pesos para cada critério com um modelo de regressão de efeitos aleatórios. Para validar o sistema de classificação, uma pesquisa foi enviada a 60 indivíduos com expertise em economia da saúde. Os participantes primeiro avaliaram a qualidade de três estudos de CE em uma escala analógica visual e, em seguida, avaliaram cada estudo usando o sistema de classificação. Testes de Spearman rho e Wilcoxon foram utilizados para detectar validade convergente e análise de covariância (ANCOVA) para validade discriminante. A concordância entre a avaliação global pelos especialistas e o sistema de classificação também foi examinada. RESULTADOS: Dezesseis critérios foram selecionados. Suas estimativas de coeficiente variaram de 1,2 a 8,9, com uma soma de 93,5 em uma escala de 100 pontos. O único critério insignificante foi "uso de análises de subgrupos." Tanto a validade convergente quanto a validade discriminante do sistema de classificação foram demonstradas pelos resultados do Spearman rho (coeficiente de correlação = 0,78, P < 0,0001), teste de Wilcoxon (P = 0,53) e ANCOVA (F(3,146) = 5,97, p = 0,001). O sistema de classificação teve boa concordância com a avaliação global por especialistas. CONCLUSÕES: O instrumento parece ser simples, internamente consistente e válido para medir a qualidade percebida dos estudos de CE. A aplicabilidade para uso na tomada de decisão clínica e alocação de recursos merece mais estudos.
Chiou et al. (Wed,) estudaram esta questão.
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