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Calculamos a contribuição de kinks em laços de cordas cósmicas para o fundo estocástico de ondas gravitacionais (SBGW). Descobrimos que kinks contribuem na mesma ordem que cusps para o SBGW. Discutimos a acessibilidade do fundo total devido a kinks, assim como a cusps, para detectores de ondas gravitacionais atuais e planejados, além da nucleossíntese primordial (BBN), o fundo cósmico de micro-ondas (CMB) e restrições de cronometragem de pulsares. Assim como no caso das cusps, encontramos que os dados atuais de detectores interferométricos de ondas gravitacionais, como o LIGO, são sensíveis a áreas do espaço de parâmetros dos modelos de cordas cósmicas complementares àqueles acessíveis às restrições de pulsares, BBN e CMB.
Ölmez et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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