Key points are not available for this paper at this time.
Em sua leitura dos "Objetos de transição e fenômenos transitórios" de Winnicott, o autor vê Winnicott como alguém que oferece uma forma de conceber a tarefa fundamentalmente humana de criar estados de ser nos quais as ideias, sentimentos e sensações corporais do indivíduo se tornam vivos e reais para ele ou ela. O autor propõe que o conceito de paradoxo captura algo tanto da ideia quanto da experiência de objetos e fenômenos transitórios. O autor então analisa de perto a nova ilustração clínica que Winnicott apresenta na quarta e última versão de seu artigo. Ele discute o que considera a forma mais evoluída da prática clínica de Winnicott. O autor também aborda a ideia de Winnicott sobre "o negativo", um estado de ser no qual a lacuna, a amnésia, a morte é tudo o que parece real, enquanto a presença ou memória do objeto parece irreal. O autor oferece uma ilustração do trabalho clínico em que uma alteração significativa do quadro analítico proporciona um contexto em que o paciente pode começar a experimentar sentimentos que parecem reais e vivos para ele.
Thomas H. Ogden (qui,) estudou esta questão.