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A relação entre a atividade cerebral e o desempenho em leitura foi examinada para testar a hipótese de que a dislexia envolve um déficit em uma via visual específica conhecida como a via magnocelular (M). A ressonância magnética funcional foi utilizada para medir a atividade cerebral em sujeitos disléxicos e controles em condições projetadas para estimular preferencialmente a via M. Os disléxicos mostraram atividade reduzida em comparação com os controles tanto no córtex visual primário quanto em uma área visual cortical secundária (MT+) que se acredita receber uma entrada forte da via M. O mais importante, correlações significativas foram encontradas entre diferenças individuais na taxa de leitura e atividade cerebral. Esses resultados apoiam a hipótese de uma anormalidade na via M na dislexia e implicam uma forte relação entre a integridade da via M e a capacidade de leitura.
Demb et al. (Ter,) estudaram esta questão.