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OBJETIVO: Descrever o conteúdo de um programa envolvendo alta hospitalar precoce e reabilitação contínua em casa após AVC. DESENHO: Estudo descritivo quantitativo e qualitativo de uma intervenção no contexto de um ensaio clínico randomizado. LOCAL: Hospital Universitário de Huddinge, Estocolmo, Suécia. SUJEITOS: Quarenta e um pacientes, moderadamente comprometidos após AVC, reabilitados por uma equipe de seis terapeutas ocupacionais, físicos e de fala e linguagem. RESULTADOS: A duração média do programa foi de 14 semanas, o número médio de visitas domiciliares foi 12 e o consumo total mediano de tempo foi de 23 horas e 20 minutos, dos quais o contato presencial com o paciente constituiu 54%. O processo de reabilitação foi realizado pelo paciente e pelo terapeuta em parceria. Apoiado pela equipe, os terapeutas incorporaram um domínio mais amplo de atividades do que o habitual e deixaram uma quantidade considerável do treinamento para atividades autodirigidas. Os focos mais comuns das visitas foram fala e comunicação, atividades de ADL e ambulação. Ao planejar a intervenção, os terapeutas prestaram atenção às discrepâncias entre os desejos e habilidades do paciente, por um lado, e as exigências ambientais, por outro - discrepâncias detectadas através da observação do paciente no ambiente doméstico. CONCLUSÕES: O ambiente doméstico oferece aos terapeutas que trabalham em equipe oportunidades de adotar um comportamento que permite aos pacientes com comprometimentos neurológicos moderados após AVC reassumirem a responsabilidade e influência sobre seu processo de reabilitação, resultando em um programa de reabilitação individualizado que varia em duração, conteúdo e frequência das visitas domiciliares.
Koch et al. (2000) estudaram essa questão.
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