Key points are not available for this paper at this time.
RESUMO McCarthy e Donchin (1981) descobriram que a latência de um componente positivo tardio do potencial relacionado ao evento (ERP) foi influenciada pela presença de ruído em uma matriz de estímulos, mas não pela compatibilidade entre o estímulo apresentado e a resposta requerida. Eles concluíram que este componente é um P300 e que sua latência foi influenciada pela avaliação do estímulo, mas não pelos processos de seleção de resposta. Os experimentos presentes foram projetados para confirmar que o componente identificado por McCarthy e Donchin era de fato um P300 e para determinar se sua latência varia sistematicamente com o aumento do tempo de avaliação do estímulo, produzido por mudanças graduais no nível de ruído. No Experimento 1, os sujeitos realizaram uma tarefa padrão de oddball na qual eram instruídos a contar o mais raro de dois estímulos (as palavras DIREITO ou ESQUERDO), que estavam ou não embutidos em uma matriz de ruído (caracteres do alfabeto). O componente positivo do ERP, cuja amplitude era maior para os estímulos-alvo raros, foi rotulado como P300, e a latência desse componente foi maior quando os estímulos estavam embutidos em ruído. No Experimento 2, os sujeitos realizaram uma tarefa de tempo de reação de escolha. Seguindo os procedimentos usados por McCarthy e Donchin, as palavras estímulo DIREITO e ESQUERDO exigiam respostas com a mão direita ou esquerda, dependendo da presença de uma palavra pista, MESMO ou OPOSTO, que precedia o estímulo. As palavras estímulo foram apresentadas em quatro diferentes graus de ruído, cujos níveis foram manipulados variando o tamanho do conjunto dos caracteres alfabéticos que podiam cercar as palavras estímulo. O tempo de reação aumentou tanto com o ruído (em 325 ms) quanto em função da incompatibilidade estímulo-resposta (em 127 ms). Em contraste, a latência P300 aumentou substancialmente com o ruído (em 200 ms), mas, em menor extensão (em 14 ms), com a incompatibilidade de resposta. Esses resultados indicam que o P300 é sensível à facilidade com que um estímulo-alvo pode ser discriminado do ruído. Eles confirmam que a latência P300 pode ser usada como uma medida do tempo dos processos de avaliação do estímulo que é relativamente independente da seleção e execução da resposta.
Magliero et al. (Sex,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: