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Resumo Este artigo discute o impacto da Nova Gestão Pública na confiança do público nas instituições do estado de bem-estar, usando o exemplo da reforma do NHS. A discussão sobre a confiança em instituições públicas nas ciências políticas, psicologia e sociologia indica que ela é baseada tanto em considerações racionais/objetivas (competência e capacidade de entregar o serviço) quanto em fatores afetivos/subjectivos (valores compartilhados, crença de que o fiduciário compartilha os interesses do fiduciante). A Nova Gestão Pública enfatiza a responsabilidade individual e os incentivos tanto para os fornecedores quanto para os usuários de serviços, no exemplo do NHS em quasi-mercados, gestão por metas e escolha do paciente. Isso está de acordo com um modelo de mercado individualizado de agente racional, em vez de considerações afetivas. A análise de dados de pesquisas de atitude sobre o NHS confirma que fatores racionais/objetivos e fatores afetivos/subjectivos contribuem para a confiança pública neste campo. No entanto, uma comparação entre percepções na Inglaterra, onde o mercado interno foi vigorosamente perseguido, e na Escócia, onde a separação comprador/fornecedor foi descartada após a devolução, indica que o mercado não oferece um caminho real para percepções de qualidade superior nos fatores objetivos. Inversamente, o sistema mais centrado no mercado pode avançar em relação aos fatores afetivos mais subjetivos.
Peter Taylor-Gooby (Sex,) estudou esta questão.
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