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Objetivo Este artigo pretende explorar a coexistência das práticas de gestão do conhecimento (GC) formal, informal e pessoal, à medida que apoiam o trabalho cotidiano dos funcionários nas organizações. Método/Abordagem Estudo qualitativo envolvendo 12 entrevistas aprofundadas e 30 horas de observações em uma pequena empresa em rápido crescimento e intensiva em conhecimento. Resultados Práticas de GC formal, informal e pessoal foram consideradas relevantes e interconectadas no suporte ao trabalho cotidiano na organização. Isso sugere uma mudança de entender a GC como uma abordagem organizacional para ecologia, moldada por múltiplos atores e preocupações, e se estendendo sobre as divisões formal/informal, bem como organizacional/pessoal. As inter-relações entre as práticas de GC formal, informal e pessoal assumiram várias formas. Entre cada uma dessas categorias de GC estavam práticas que contribuíam de maneira única, sem ter um paralelo funcional em outras categorias. Algumas práticas de GC tinham uma forte sobreposição funcional e competiam. Além disso, algumas práticas de GC formal, informal e pessoal formaram relações complementares. Limitações/implicações da pesquisa Os achados são baseados em trabalho de campo em apenas uma organização. Implicações práticas As organizações se beneficiariam das práticas de GC formal, informal e pessoal sendo conectadas complementarmente. À medida que essas conexões são sustentadas pelos funcionários no trabalho cotidiano, a gestão eficaz da ecologia da GC requer um esforço coletivo e distribuído. Originalidade/valor Este artigo é uma das poucas abordagens empíricas que problematiza a coexistência das práticas de GC formal, informal e pessoal e sugere uma perspectiva de ecologia da prática através da qual suas inter-relações poderiam ser estudadas.
Värk et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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