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Este artigo contribui para a virada empírica na teoria democrática deliberativa, ao estudar a presença de argumentação (discussão sobre os méritos) e negociação nos grupos de trabalho do Conselho da União Europeia. Ele utiliza uma pesquisa com representantes dos estados membros para analisar até que ponto, sob quais circunstâncias, e por quem, a argumentação é utilizada. Os resultados indicam que a argumentação é de fato comum nos grupos de trabalho do Conselho, mas também que há variação substancial. A maior parte da argumentação é encontrada em áreas políticas intergovernamentais e por atores mais poderosos e bem conectados. As descobertas apontam para a conclusão de que stakes mais altos e pressão política tornam os atores menos dispostos e capazes de se engajar em argumentação.
Daniel Naurin (Ter,) estudou esta questão.
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