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Objetivos. Ampliar e revisar o valor diagnóstico da ultrassonografia com realce por contraste (CEUS) para a diferenciação entre nódulos tireoidianos malignos e benignos. Métodos. Este estudo prospectivo de única instituição visa comparar parâmetros qualitativos e quantitativos objetivos de CEUS em nódulos tireoidianos benignos e malignos. Uma coorte consecutiva de 100 pacientes foi examinada por CEUS, 68 dos quais foram analisados em detalhes. Todos os pacientes incluídos passaram por verificação citológica e/ou histopatológica do diagnóstico. Resultados. Cinquenta e cinco (81%) nódulos tireoidianos eram benignos e 13 (19%) eram malignos. O padrão de realce em anel estava fortemente associado a uma etiologia benigna (valor preditivo positivo 100%) e o padrão de realce heterogêneo com etiologia maligna (valor preditivo positivo 72,7%). A forma do TIC (curva de tempo-intensidade) foi mais frequentemente idêntica na lesão benigna (98,2%) do que nas lesões malignas (69,2%), p = 0,004. Conclusões. Este estudo indica que os padrões de realce de CEUS eram significativamente diferentes em lesões benignas e malignas. O realce em anel foi um indicador muito forte de lesões benignas, enquanto o realce heterogêneo foi valioso para detectar lesões malignas.
Petrášová et al. (Sat,) estudaram esta questão.
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