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Objetivo: Este estudo visa explorar o impacto do exercício físico sobre sentimentos de inferioridade entre estudantes universitários, com foco nos papéis mediadores do suporte social e da habilidade de regulação emocional. A pesquisa investiga tanto os caminhos diretos quanto os indiretos para entender como o exercício físico melhora a resiliência psicológica e mitiga percepções negativas sobre si mesmo. Métodos: Uma amostra de 2.036 estudantes universitários de 15 províncias da China foi pesquisada utilizando escalas validadas para exercício físico, sentimentos de inferioridade, suporte social e habilidade de regulação emocional. Modelagem de equações estruturais (SEM) foi empregada para testar os caminhos hipotetizados, incluindo efeitos diretos e efeitos de mediação em cadeia. A invariância de gênero foi avaliada por meio de análise multi-grupos para garantir a consistência entre participantes do sexo masculino e feminino. Resultados: O exercício físico reduz significativamente os sentimentos de inferioridade, tanto direta quanto indiretamente. O suporte social e a habilidade de regulação emocional mediariam independentemente essa relação, sendo que o suporte social ainda melhora a regulação emocional em um efeito de mediação em cadeia sequencial. O teste de invariância de gênero confirmou que essas relações são consistentes para estudantes do sexo masculino e feminino. As principais descobertas indicam que o exercício físico promove conexões sociais e fortalece a regulação emocional, promovendo coletivamente a resiliência psicológica e reduzindo sentimentos de inferioridade. Conclusão: As descobertas enfatizam o papel crítico do exercício físico na melhoria da saúde mental entre estudantes universitários por meio de caminhos sociais e emocionais. Programas de intervenção holísticos que incorporam atividades físicas com interação social e construção de habilidades emocionais podem aliviar efetivamente os sentimentos de inferioridade. Esses insights fornecem recomendações acionáveis para instituições educacionais promoverem a saúde mental e fomentar ambientes de campus inclusivos e solidários.
Peng et al. (Thu,) estudaram essa questão.