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Duas condições foram identificadas que interferiram no complexo processo de polimerização na biossíntese do fator von Willebrand (vWf). O tratamento de células endoteliais da veia umbilical humana com tunicamicina inibiu a glicosilação N-ligada do vWf nascente e os monômeros resultantes de pro-vWf não conseguiram dimerizar. As subunidades individuais se acumularam no retículo endoplasmático e não foram processadas ou secretadas. Na presença de uma base fraca (cloreto de amônio ou cloroquina), a formação de ligações dissulfeto interdiméricas foi inibida de maneira dependente da dose. Este processo, portanto, parecia ser sensível ao pH e provavelmente iniciado no aparelho de Golgi trans ácido (Anderson, R. G. W., e R. K. Pathak, 1985, Cell, 40: 635-643). A base fraca não teve efeito óbvio nos outros passos de processamento, ou seja, dimerização, formação de carboidratos complexos e sulfatação, e produziu apenas leve inibição da clivagem da prosequência. Por outro lado, a base fraca interferiu na direcionamento do vWf recém-sintetizado para os corpos de Weibel-Palade, com todo o vWf sendo secretado constitutivamente e nenhum armazenado nos corpos de Weibel-Palade. Em resumo, a glicosilação inicial da proteína vWf nascente e o pH baixo no aparelho de Golgi trans foram condições importantes para a polimerização bem-sucedida do vWf humano. Defeitos genéticos que perturbem qualquer uma dessas condições podem resultar no fenótipo da doença von Willebrand.
Wagner et al. (Ter,) estudaram essa questão.