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Uma ampla variedade de aplicações para smartphones hoje depende de serviços de publicidade de terceiros, que fornecem bibliotecas que são conectadas à aplicação hospedeira. Essa situação é indesejável tanto para o autor da aplicação quanto para o anunciante. Bibliotecas de publicidade exigem permissões adicionais, resultando em pedidos de permissões adicionais aos usuários. Da mesma forma, uma aplicação maliciosa poderia simular o comportamento da biblioteca de publicidade, forjando a interação do usuário e efetivamente roubando dinheiro do anunciante. Este artigo descreve o AdSplit, onde estendemos o Android para permitir que uma aplicação e sua publicidade funcionem como processos separados, sob IDs de usuário diferentes, eliminando a necessidade de aplicações solicitarem permissões em nome de suas bibliotecas de publicidade. Também aproveitamos mecanismos do Quire para permitir que o servidor remoto valide a autenticidade do comportamento do lado do cliente. Neste artigo, quantificamos o grau de inchaço de permissões causado pela publicidade, com um estudo de milhares de aplicativos baixados. O AdSplit recompila automaticamente os aplicativos para extrair seus serviços de anúncios, e medimos uma sobrecarga de tempo de execução mínima. Também observamos que a maioria das bibliotecas de anúncios apenas incorpora um widget HTML e descrevemos como o AdSplit pode ser projetado com isso em mente para evitar qualquer necessidade de anúncios terem código nativo.
Shekhar et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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